O cenário das notícias em maio mostra a atenção básica como principal referência. Ótimo! Não há como negar que a atual gestão procura investir nessa que é não apenas uma modalidade de atenção ou uma especialidade, mas simplesmente a chave para a organização racional de serviços de saúde. Em todo o mundo, diga-se de passagem. E não precisamos mais falar só de Cuba ou da Inglaterra, porque também o Canadá, em Portugal, na França, em países (pobres) da África e em muitos outros lugares, inclusive muitas cidades brasileiras, tem sido assim. A atenção primária como coordenadora da rede de serviços., sem exagero, é de fato um marco civilizatório em saúde. Mas o DF ainda precisa caminhar muito. A chamada “conversão” de médicos e outros profissionais à Saúde da Família ainda não tem duração suficiente para mostrar se está sendo realmente efetiva. Resta saber, inclusive, se tem havido sinceridade por parte de quem aderiu ao processo, ou se trata apenas de uma adaptação pragmática de tais profissionais. Boa notícia é a ampliação do atendimento em cerca de 40 unidades básicas de saúde nos sábados, até meio dia, pelo menos. Resta saber quando haverá também atendimento noturno nos dias de semana, algo que interessa de perto à população trabalhadora, particularmente às mães de família. Pode ser um bom sinal, também, o fato de que em março não houve registros, pelo menos na mídia, de mortes por demora ou omissão de atendimento, bem como fechamentos de serviço à última hora, como costuma ser comum por aqui. A CLDF resolveu agir, exigindo mudanças na política de saúde mental, mas dado o prontuário histórico da Casa pode ser apenas disputa política, associada a interesses corporativos. No mais, os temas de sempre: trânsito e febre amarela, por exemplo. Leia um resumo das notícias sobre SAÚDE NO DF em março de 2018, a seguir. Continue Lendo “Saúde na mídia/DF: março 2018”
