Índice de desenvolvimento local: como está o DF?

O IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal – é um estudo patrocinado pela Firjan e que acompanha anualmente o desenvolvimento socioeconômico de todos os mais de cinco mil municípios brasileiros em três áreas de atuação: Emprego & renda, Educação e Saúde. Criado em 2008, ele é feito, exclusivamente, com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde. Ele é um indicativo da competência dos governos locais, com foco principal na avaliação de ambientes de negócios, propícios à geração local de emprego e renda, educação infantil e fundamental e atenção básica em saúde. Como a nossa cidade se enquadra nele? É o que veremos a seguir. Continue Lendo “Índice de desenvolvimento local: como está o DF?”

Entorno do DF: uma orquestra de desiguais, sem maestro…

Leio no Correio Braziliense (ver link abaixo) que o Governo Federal sancionou no dia 14/6 lei que agrega mais 12 municípios na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride-DF). Os novos integrantes são: Alto Paraíso, Alvorada do Norte, Barro Alto, Cavalcante, Flores de Goiás, Goianésia, Niquelândia, São João d’Aliança, Simolândia e Vila Propício, todos de Goiás e Arinos e Cabeceira Grande, em Minas Gerais. Os argumentos são os de que os novos membros apresentam uma forte ligação socioeconômica com o DF e assim, através da Ride-DF poderiam melhor desenvolver de ações governamentais e viabilizar soluções para os problemas que necessitam da atuação conjunta, buscando promover uma redução das diferenças socioeconômicas do Entorno. Sempre cabe a dúvida: será isso mesmo? Continue Lendo “Entorno do DF: uma orquestra de desiguais, sem maestro…”

SUS: haja ousadia para mudar!

Todos os que defendem o SUS, como é o meu caso, concordamos que mesmo com todos os seus acertos ele ainda precisa ser melhorado em muitos aspectos. Mas isso é apenas uma meia verdade, pois para um tanto de gente, a simples menção de se cancelar ou reescrever alguns dos dispositivos que regem o sistema causa temor e repulsa, quando nada acusações de heresia e traição aos ideais do SUS. Mas não são poucos os exemplos de dispositivos legais que simplesmente “não pegaram” (como se dizia antigamente da vacina antivariólica) ou simplesmente são inaplicáveis ou não passíveis de regulamentação. Continue Lendo “SUS: haja ousadia para mudar!”

Saúde na Mídia/maio 2018: seria o DF um lugar violento?

Tirando a paralização dos caminhoneiros e seus reflexos sobre a saúde de nossa cidade, inclusive a polêmica medida da SES-DF de suspender alguns tipos de atendimento Já comentada antes aqui (veja: https://saudenodfblog.wordpress.com/2018/05/26/como-se-ja-nao-nos-bastasse-o-locaute/ ), o assunto da área da saúde mais frequente na mídia local no mês de maio último foram os acidentes de trânsito. Gente idosa foi atropelada, um bebê foi atirado para fora do carro, as estradas forneceram a sua cota habitual de fatalidades. Mas afinal de contas, seria o DF um lugar realmente violento? O que dizem as estatísticas? O senso comum acredita que a resposta é sim. Mas nem tudo é o que parece. Vejamos… Continue Lendo “Saúde na Mídia/maio 2018: seria o DF um lugar violento?”

Bastam algumas horas à beira de um leito…

Cláudia Collucci, repórter especializada na área da saúde, jornalista séria cujas matérias acompanho há tempos, nos revela na FSP de 22 de maior de 2018 que a cada três minutos, mais de dois brasileiros morrem em hospitais por evento adverso. Ela nos relata o drama que viveu ao acompanhar seu pai, internado em um hospital de Ribeirão Preto, SP, presenciando uma série de falhas de procedimentos nos três dias em que ali ficou “internada” como acompanhante. Fico imaginando o quanto o mesmo que a jornalista presenciou acontece, não só em Ribeirão Preto, mas também no Rio, São Paulo, Brasília, em toda parte do Brasil e do mundo, enfim, todo dia, toda hora… Há soluções? Claro! Mas como disse Collucci: “bastam algumas horas na beira do leito para perceber que ainda há uma enorme distância entre a teoria e a prática”. Continue Lendo “Bastam algumas horas à beira de um leito…”