Enquanto Trump procura armas químicas na Síria, efeitos tóxicos de algo parecido fazem estrago no Brasil e, particularmente, nos últimos dias, no Distrito Federal. Eis que promotores e juízes se juntam para embargar, impedir, confundir, atrapalhar, enfim, o funcionamento da gestão da saúde em nossa cidade, com efeitos deletérios de uma real “destruição em massa”. O corajoso texto abaixo, de autoria do Secretário de Saúde Humberto Fonseca, que prima pela sinceridade e pela indignação, aspectos nem sempre presentes no discurso das autoridades, diz tudo. Até quando? Continue Lendo “Justiça tóxica”
Hospital da Criança de Brasília: é pau, é pedra…
Comentamos há poucos dias, aqui no blog, os percalços por que tem passado o Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), organismo gestor do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB),em parceria com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Pois bem, na sexta-feira, 13 de abril de 2018, a entidade resolveu jogar a toalha, diante de mais uma ofensiva de suas excelências, juízes e promotores do DF, sempre inclinados a cumprir a lei em todos os seus detalhes, sem preocupações com a prestação de serviços e a utilidade pública real da iniciativa eventualmente sub judice. Com tantas pauladas e pedradas, a gestão do HCB, dessa forma, foi devolvida formalmente à SES-DF. E esta última, como se sabe, está longe de obter reconhecimento público quando administra diretamente seus serviços próprios, procurando criar novos mecanismos mais flexíveis para fazê-lo, como foi o caso da recente criação do Instituto Hospital de Base do DF, em regime jurídico diferenciado. Continue Lendo “Hospital da Criança de Brasília: é pau, é pedra…”
O Programa Mais Médicos e o DF
O Distrito Federal tem 111 vagas autorizadas para receber profissionais do Programa Mais Médicos (PMM). Atualmente 102 médicos do programa aqui atuam, distribuídos nas diversas regiões de saúde, exceto na Centro-Norte. Todos os profissionais fazem curso de especialização e aperfeiçoamento na atenção básica. Em janeiro último foram incorporados mais 23 médicos, que atuarão nas equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF). Assim, segundo a SES-DF a cobertura passou, naquele momento, de 28% para 50%, com a meta para junho de chegar a 70%. Estes médicos recebem do Ministério da Saúde uma bolsa de pouco mais de R$ 11 mil mensais, enquanto a Secretaria de Saúde paga, por profissional, R$ 600 por mês em auxílio-alimentação e R$ 1,5 mil para auxílio-moradia. Mas há sempre novidades em relação a este programa, às vezes mal visto ou incompreendido por parte de alguns setores. Continue Lendo “O Programa Mais Médicos e o DF”
Questões da Saúde que um bom governo deveria priorizar no DF
É só para início de conversa, pois debaixo dessa ponte muita água pode – e deve – rolar, mas é nosso dever apontar aqui alguns tópicos inescapáveis para quem quer que venha a assumir a gestão da saúde no DF no próximo ano. Vamos debater! Continue Lendo “Questões da Saúde que um bom governo deveria priorizar no DF”
Seminário OPAS sobre Atenção Primária à Saúde em Brasília
“Atenção primária à saúde: estratégia chave para a sustentabilidade do SUS”, é o título do evento que a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), com o apoio de Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) e Banco Mundial, fará realizar em nossa cidade, entre os dias 17 e 18 de abril de 2018, em comemoração ao trigésimo aniversário do sistema brasileiro de saúde. Um grupo de convidados, nacionais e internacionais, deverá analisar e discutir, a partir de estudos de resultados de casos que indicam e comprovam que a Atenção Primária à Saúde (APS) representa uma estratégia indispensável para enfrentar os desafios da sustentabilidade de sistemas universais, como o SUS. Assim, serão apresentadas e debatidas evidências e experiências relativas aos resultados da estratégia de APS nas seguintes dimensões: (1) Melhoria dos indicadores de saúde; (2) Eficiência do sistema e integração da atenção; (3) Cuidado efetivo dos portadores de condições crônicas; e (4) Fortalecimento dos recursos humanos, entendida como ação essencial para alcançar a APS forte. Continue Lendo “Seminário OPAS sobre Atenção Primária à Saúde em Brasília”
